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Conscientizar que é possível mudar uma realidade perversa de exclusão e criar novas perspectivas para viver com dignidade. Assim, nasceu, em maio de 2004, o Dançando em Família. Diante da vulnerabilidade social de famílias dos alunos do Dançando para Não Dançar, identificadas como de maior carência, a coordenação do Projeto estabeleceu mecanismos de intervenção imediata para auxiliá-las. Essas famílias, com o apoio do Instituto Desiderata, passaram a ter acesso à educação e à profissionalização – prerrogativas para gerar renda e melhorar a qualidade de vida –, além de assistência social, psicológica, médica e material. Também foram estimuladas a criar cooperativas e associações.
O Projeto teve início com 10 famílias e atualmente atende a 60, de diferentes comunidades, como Mangueira, Rocinha, Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Depois de muitos anos sem estudar, um membro de cada família, na maioria a mãe, retorna às salas de aulas. Nas três edições do Projeto, 8 mães concluíram o Ensino Médio, 5 ingressaram na universidade, 9 estão no pré-vestibular, 6 estão trabalhando com carteira assinada, e foi criada a cooperativa “Buffet em Família”.
Para saber mais sobre o Dançando para Não Dançar acesse www.dancandoparanaodancar.org.br