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Megafone na escola: a voz do Ensino Fundamental 2


Megafone na Escola é um projeto desenvolvido pelo Instituto Desiderata com o intuito de ouvir a opinião da escola sobre os desafios do segundo segmento do Ensino Fundamental, onde os próprios alunos são os entrevistadores. A metodologia participativa busca promover o envolvimento, a conscientização e o protagonismo dos alunos, além de uma maior interação e diálogo na comunidade escolar.

A Secretaria Municipal de Educação e as escolas de segundo segmento são parceiras fundamentais da pesquisa, pois se dispuseram a participar e acompanhar o processo, apostando em uma nova forma de trabalhar: ouvir o que a escola tem a dizer para contribuir com ações para a rede como um todo. O projeto conta ainda com outros parceiros importantes. A metodologia de pesquisa participativa com os adolescentes é do Instituto Paulo Montenegro e tem o Cedaps (Centro de Promoção da Saúde) como parceiro executor na capacitação e coordenação do trabalho de campo dos jovens pesquisadores. Uma equipe de pesquisadores da PUC-Rio fez o acompanhamento pedagógico das oficinas.

O Instituto Desiderata escolheu o segundo segmento do Ensino Fundamental a partir de dados da Secretaria Municipal de Educação. Visto por muitos como um grande desafio, esse segmento vem apresentando indicadores preocupantes: em 2009 a defasagem no 6º chegou a 22% e o número de matrículas caiu de 84 mil no 6º ano para 58 mil no 7º ano, apresentando quedas a cada ano até o término do Ensino Fundamental. Segundo o Censo Escolar em 2008, na cidade do Rio de Janeiro, apenas 29% e 23% dos alunos aprenderam o que era necessário, respectivamente, em português e matemática no 5º ano. Ou seja, os alunos entram no 6º ano com baixa aprendizagem dos conteúdos necessários à continuidade dos estudos para alcançar o Ensino Médio.

A pesquisa traz um olhar qualitativo para os dados quantitativos já existentes, além dos levantados durante as entrevistas. A ideia é que os resultados encontrados gerem subsídios para as escolas pensarem soluções e também para a elaboração de políticas públicas focadas nesta etapa.

A primeira etapa do projeto Megafone na Escola foi realizada em 39 escolas, com a participação de 134 alunos do 8º e 9º ano capacitados para entrevistar 2.194 jovens de 6º e 7º anos e 277 professores dessas escolas, uma parceria da organização com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Foram 25 oficinas espalhadas pelo município durante 3 meses. Na segunda etapa 255 diretores de escolas de segundo segmento responderam um questionário on-line que foram somados aos questionários respondidos pelos diretores na primeira etapa do projeto somando 291 questionários respondidos. Os resultados completos da pesquisa serão sistematizados e em breve estarão disponíveis ao público interessado.


 

Confira aqui o
passo a passo
da pesquisa

Veja aqui as fotos
do Projeto



Dia do Megafone na Escola

De forma bastante variada e criativa, 15 escolas de segundo segmento da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro realizaram o Dia do Megafone na Escola durante os meses de outubro e novembro. A idéia foi partilhar com a comunidade escolar os principais resultados do Projeto Megafone na Escola (ver box abaixo).

Para apoiar esse processo, o Instituto Desiderata preparou um kit composto de cartazes, folders, DVDs com vídeos realizados durante a pesquisa e CDs com apresentação e relatório de dados que foi distribuído para as 39 escolas que participaram do Megafone na Escola.

“A diversidade presente na Rede refletiu no formato que cada escola escolheu para fazer a devolução dos dados” analisa Beatriz Azeredo, diretora do Instituto Desiderata. O Dia do Megafone ganhou formatos variados: apresentação para professores durante os Centros de Estudos, fórum envolvendo alunos e professores, debate com alunos representantes de todas as salas, estande do Megafone durante a feira de ciências, aulas temáticas com convidados especiais para discussão dos temas da pesquisa e até aplicação de um novo questionário focado em um dos temas que saiu nos resultados. Algumas escolas criaram formas de fazer com que o debate continue no ano que vem. “Eu acredito que a participação dos alunos na solução dos problemas é fundamental.” – avaliou Dione Lins, professora da Escola Municipal República da Argentina.

As 15 escolas que realizaram o Dia do Megafone na Escola foram: Ciep Ismael Nery, E.M Almirante Newton Braga de Faria, E.M Bertha Lutz, E.M Brant Horta, E.M Café Filho, E.M Candido Campos, E.M Carlos Lacerda, E.M Engenheiro João Thomé, E.M Estado da Guanabara, E.M Henrique Dodsworth, E.M Jenny Gomes, E.M Milton Campos, E.M Oreste Barbosa, E.M Republica Argentina e E.M Silveira Sampaio. A E.M. Emiliano Galdino irá realizar o seu Dia do Megafone no início de 2011.

 

Materiais do Dia do Megafone na Escola

Depois de pesquisarem sobre os desafios do Segundo Segmento do Ensino Fundamental, os alunos que participaram do Projeto Megafone na Escola apresentarão em suas escolas os resultados.

“A idéia é que no Dia do Megafone na Escola os alunos possam mobilizar a escola da forma que acharem mais criativa e participativa para falar dos resultados da pesquisa e ampliar o diálogo entre alunos e entre toda a comunidade escolar”, explica Roberta Costa Marques, Gerente da Área de Educação do Desiderata.

Para apoiar os alunos, o Instituto Desiderata preparou um material que inclui folders para serem distribuídos para os alunos, cartazes, um CD com apresentarão dos resultados em PowerPoint, relatório completo dos resultados e fotos do projeto e um DVD com um clipe e vídeos contando a história do projeto, além dos vídeos produzidos pelos alunos durante as oficinas. Cada escola organizará internamento o seu “Dia do Megafone” e o professor de referência de cada escola também poderá usar o material para discussão dos temas da pesquisa com outros professores.

O material foi enviado para as Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) na semana passada e as 39 escolas que participaram do projeto podem pegar o kit na sua CRE.

  Apresentação do Dia do Megafone na Escola


Resultados da pesquisa

Dados da pesquisa do Megafone na Escola mostram que, na opinião dos professores, a transição do 1º para o 2º segmento deveria ter uma ação específica (70%), pois o 6º ano é considerado o mais crítico, quando os alunos se depararam com uma escola com mais matérias e professores. Para os diretores, os fatores mais presentes no 6º ano são: desmotivação dos alunos, dificuldades de aprendizagem e menor acompanhamento dos pais na fase da adolescência.

As regras de convivência na escola foi item apontado por 28% dos professores na pesquisa, como fator mais importante para tornar as aulas melhores. Para os alunos também, pois 83% acham que há muitos colegas bagunceiros que atrapalham a aula. Alunos e professores concordam que as aulas deveriam ser mais diversificadas para tornar a escola mais atrativa e discordam com relação à posição da família nos estudos: 85% dos alunos se sentem incentivados pelos pais e apenas 9% dos professores acham que há incentivo da família. Outro ponto que chamou a atenção foi a falta de pessoal administrativo nas escolas, declarado por 92% dos diretores que responderam o questionário.

Na opinião dos alunos entrevistados, as aulas de reforço (20,8%) e mais aulas com internet, vídeos, fotografias e música (24,6%) são importantes para atrair o interesse e atenção. Cerca de 29% também acreditam que a conservação do ambiente escolar é fundamental para tornar o estudo mais prazeroso.

Veja aqui as escolas participantes da pesquisa

POLO 1 - E.M. Republica Argentina (Boulevard 28 de Setembro 125 - Vila Isabel)

AFFONSO PENNA

BRIGADEIRO EDUARDO GOMES

ESTADO DA GUANABARA

GENERAL HUMBERTO DE SOUZA MELLO

GEORGE SUMMER

HENRIQUE DODSWORTH

JENNY GOMES

MINISTRO GAMA FILHO

REPÚBLICA ARGENTINA

POLO 2 - E.M. Cecília Meirelles (Rua Soldado Servino Mengarda 260 - Vila Kosmos)

ALMIRANTE NILTON BRAGA

BRANT HORTA

BRASIL

CECÍLIA MEIRELLES

MIGUEL ÂNGELO

ZÉLIA BRAUNE

LUIZ CESAR SAYÃO GARCEZ

POLO 3 - E.M Cândido Campos (Rua Aricanga 310 - Vila Valqueire)

ALEXANDRE FARAH 

CÂNDIDO CAMPOS

ENGENHEIRO JOÃO THOMÉ

FERNANDO R. DA SILVEIRA

MARIO PIRAGIBE

MIGUEL RAMALHO NOVO

ORESTES BARBOSA

PRESIDENTE CAFÉ FILHO

SILVIO ROMERO

WALDEMAR FALCÃO

POLO 4 - E.M.  Carlos Lacerda (Rua Nacional,320 – Taquara)

GOVERNADOR CARLOS LACERDA

PROF. DYLA SYILVIA DE SÁ

ROSA DO POVO

SILVEIRA SAMPAIO

POLO 5 - E.M. Venezuela (Rua Amaral Costa, 37, Campo Grande)

BERTHA LUTZ

CHARLES DICKENS

CIEP ISMAEL NERY

CIEP ROBERTO MORENA

EMILIANO GALDINO

EUCLIDES DA CUNHA

JARDIM GUARARAPES

MAFALDA T. DE ALVARENGA

MILTON CAMPOS

PROFESSOR CASTRO REBELLO

 

Reunião com diretores e professores

As 40 escolas selecionadas para participar do Megafone na Escola estiveram presentes na apresentação do projeto realizada no auditório da Secretaria Municipal de Educação. Após todas as dúvidas esclarecidas a adesão ao projeto foi total!

A definição das escolas que participam do projeto se deu através de uma amostra aleatória realizada pelo Instituto Paulo Montenegro, parceiro no projeto, de forma a representar a diversidade da rede municipal de ensino, levando em conta o tamanho da escola, sua localização, seu IDEB, entre outras variáveis.

Na abertura da reunião, a Secretaria Municipal de Educação reafirmou a satisfação e o compromisso de apoiar o desenvolvimento do projeto. A equipe do Cedaps, parceiro do projeto responsável pela capacitação e coordenação do trabalho de campo dos alunos, conduziu a reunião que começou de forma diferente, com perguntas que tradicionalmente são deixadas para o final. Antes de saberem todos os detalhes do Projeto, diretores e professores fizeram perguntas, que foram respondidas ao longo da reunião, sobre o Megafone na Escola e também sobre o Segundo Segmento do Ensino Fundamental. Ao final, todos, de forma conjunta, decidiram quais seriam os melhores locais das oficinas do projeto e as 40 escolas de dividiram em 5 pólos.

 

1ª Oficina

Alunos e professores das 40 escolas de segundo segmento da Rede Municipal do Rio de Janeiro começaram a participar das oficinas do projeto Megafone na Escola.

Durante a 1ª oficina os alunos puderam conhecer melhor o objetivo do projeto e tiveram um primeiro contato com a matriz do questionário que será utilizado e por eles aperfeiçoado no decorrer das oficinas. Através de atividades dinâmicas, os alunos, de diferentes escolas, puderam se conhecer mais e falaram sobre o que consideram como desafios para o segundo segmento. Os professores participaram de atividades junto com os alunos e também tiveram rodas de discussões de temas quem vêm sendo levantados pelos alunos durante as oficinas.

   

 

2ª Oficina

A segunda oficina do Megafone na Escola deixou os alunos bastante entusiasmados.

Pensar a escola do futuro: como eles gostariam que a escola fosse? O que se estudaria, como se estudaria? E as regras de convivência, seriam diferentes? Divididos em grupos, os alunos debateram sobre o tema e produziram vídeos, utilizando diferentes tipos de linguagem narrativa, soltando a imaginação.

Depois de um passeio pelo futuro, a volta ao presente: os alunos trouxeram suas considerações a respeito do teste de aplicação do questionário que fizeram em suas escolas. O que funcionou ou não, o que foi difícil, além de sugestões para as perguntas.

Camisetas e bolsas com o kit de pesquisador foram distribuídas.

Fora das oficinas, os alunos continuam em contato através da comunidade Megafone na Escola no Orkut, trocando informações, dúvidas e críticas sobre suas experiências como pesquisadores e elaborando um diário de campo on-line. A mediação com os alunos é feita por Ilana Eleá, doutoranda da Puc-Rio e especialista em Mídia-Educação.

O blog megafonenaescola.blogspot.com também traz informações sobre andamento das oficinas.

   

 

3ª Oficina

Vestindo a camiseta do projeto, bolsa a tiracolo, caderno e caneta nas mãos, os alunos do projeto Megafone chegaram para a 3ª oficina. Toda a indumentária ajudou a entrarem em seus novos papéis e planejarem, em equipes, o dia-a-dia do trabalho de campo da pesquisa.

Para aquecer, os alunos começaram respondendo a algumas questões relacionadas ao tema da pesquisa de forma diferente: iam para um lado da sala ou para o outro dependendo se a resposta era sim, não, ou mais ou menos. O debate foi caloroso entre as questões levantadas: “Eu colaboro para que as aulas sejam agradáveis”, “Na minha escola a opinião dos alunos é levada em conta pela diretora”, “O prédio da minha escola é limpo e bem cuidado”.  

Este foi o último encontro antes de começarem as entrevistas nas escolas e os alunos testaram o questionário de professores, aplicando o instrumento aos professores presentes. Com o plano de trabalho de campo elaborado, voltaram para suas escolas com os questionários para serem aplicados. Cada entrevistado receberá um marcador de livro com informações do projeto e um convite a continuar o debate na comunidade Megafone na Escola, no Orkut, mais uma forma de ampliar a discussão sobre o segundo segmento na escola.

 

4ª Oficina

Na última oficina do projeto, os alunos entrevistadores discutiram os resultados parciais que surgiram a partir dos 1.437 questionários de alunos tabulados até o momento. Na conversa sobre os resultados e na troca de impressões sobre a experiência no campo, destacaram a dificuldade dos colegas em colaborar no cuidado com a escola e também se espantaram pelo fato dos alunos não conheceram a própria escola, “alguns não sabiam onde era a biblioteca e a sala de informática”. Os alunos também deram depoimentos sobre suas experiências como pesquisadores: “Foi bom poder saber a opinião dos outros alunos, pessoas com quem eu nunca tinha conversado antes e saber que estamos ajudando o ensino das escolas em geral.” – declarou um aluno de uma escola envolvida no projeto.

 

Reunião com professores

Os professores que acompanharam os alunos durante o projeto estiveram reunidos, no dia 15 de julho, no Nave – Núcleo Avançado em Educação uma escola de tecnologia da Oi que funciona dentro do Colégio Estadual José Leite Lopes, para debater os resultados parciais dos questionários respondidos por professores e alunos. Entre as diferenças e semelhanças nas respostas, a demanda de alunos e professores por aulas mais diversificadas chamou a atenção dos professores que apontaram como um dos desafios para o segundo segmento tornar a escola mais interessante para o aluno. Ao final da reunião, os professores expressaram o desejo de continuar dialogando e pensar formas de ampliar a discussão para as 405 escolas de segundo segmento da Rede Municipal do Rio de Janeiro.

 

Apresentação dos resultados para a rede

Cerca de 250 representantes de escolas de segundo segmento da rede municipal do Rio de Janeiro estiveram presentes no dia 11 de agosto na Sala Baden Powell para um debate sobre os resultados do Megafone na Escola. Beatriz Azeredo, diretora do Instituto Desiderata, destacou a importância de ouvir a escola sobre sua prática e reafirmou o compromisso do Desiderata em promover um espaço de diálogo com escolas e Secretaria Municipal de Educação na busca de soluções conjuntas. A Secretária de Educação, Cláudia Costin, falou da relevância do foco neste segmento e de ter o jovem aluno da rede como protagonista na ação. Ana Lima, do Instituto Paulo Montenegro, parceiro no projeto, enfatizou a escolha da metodologia de pesquisa com a participação dos alunos, que traz qualidade aos números obtidos e mobiliza a escola como um todo.

Kátia Edmundo do Cedaps, parceiro na pesquisa, destacou que alunos e professores concordam que as aulas deveriam ser mais diversificadas para tornar a escola mais atrativa e discordam com relação à posição da família nos estudos: 85% dos alunos se sentem incentivados pelos pais e apenas 9% dos professores acham que há incentivo da família. Chamou a atenção também para a falta de pessoal administrativo nas escolas, declarado por 92% dos diretores que responderam o questionário.

José Pacheco, fundador e idealizador da Escola da Ponte em Portugal, comentou os resultados da pesquisa à luz de sua experiência à frente de um projeto de uma escola pública completamente diferente das tradicionais. E convocou a platéia a pensar que uma outra escola é possível, mas é preciso ter coragem para quebrar paradigmas. Durante o evento, os diretores de todas as escolas de segundo segmento foram convidados a responder a um questionário on line. Os resultados completos da pesquisa serão sistematizados e disponibilizados ao público interessado.

 

Alunos comemoram resultados da pesquisa

Palmas, gargalhadas, cantoria e muita animação! Foi nesse clima que 82 alunos e 20 professores, dentre eles diretores, que participaram do Projeto Megafone na Escola se reuniram no dia 19 de agosto no Oi Futuro de Ipanema. Foi a primeira vez que todos os alunos, de 39 escolas espalhadas por todo o município, se encontraram presencialmente, após as pesquisas nas escolas e dois meses se comunicando pela comunidade Megafone na Escola, no Orkut.

O encontro começou com exibição de fotos das oficinas e boas vindas da equipe do Desiderata, destacando que o momento era de comemoração pela finalização da pesquisa, mas também de pensar a continuidade do processo protagonizado pelo Instituto.

Na platéia, Rafael Parente, Subsecretário de Projetos Especiais da Secretaria Municipal de Educação estava atento aos resultados finais, que foram apresentados por Kátia Edmundo, do Cedaps. Alunos representantes de cada pólo, onde aconteceram as oficinas, subiram ao palco para debater e pensar com a platéia, possíveis soluções para temas que apareceram com mais força, tais como: limpeza e conservação, bagunça na sala de aula, professores mais pacientes e aulas mais interativas e diferentes. Ana Lima, diretora do Instituto Paulo Montenegro, ressaltou o envolvimento e trabalho dos alunos enquanto entrevistadores.

Ilana Eleá, da PUC-Rio, mediadora do debate na internet, apresentou os vídeos realizados pelos alunos e diários de campo da pesquisa (texto, desenho, foto, vídeo etc.), postados no Orkut durante o projeto, causando animação geral de todos.

Ao final, os alunos foram estimulados a fazer o “Dia do Megafone na Escola”, apresentando e debatendo temas da pesquisa em suas escolas, contando com material a ser produzido pelo Desiderata. Roberta Costa Marques, gerente da Área de Educação do Desiderata, colocou que o Instituto estará à disposição para apoiar as escolas nesse movimento e uma carta para o diretor foi entregue explicando esse compromisso. Para já começar o “barulho” na escola, cada uma recebeu na saída o símbolo do projeto, um megafone!

 




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